Marcha da maconha cancelada
No dia 4 de maio, às 14h, seria realizada a marcha da maconha na Praça do Campo Grande, em Salvador. Mas a marcha foi suspensa pela juíza da 2ª Vara de Tóxicos da Comarca de Salvador, Rosemunda Souza Barreto. A juíza acatou a solicitação feita pelo Ministério Público da Bahia.
A juíza disse que deve tomar as medidas necessárias para o cumprimento da decisão. E recomendou que seja dado conhecimento, à polícia civíl, militar, à secretaria de segurança pública e à prefeitura de Salvador.
A marcha foi suspensa como medida cautelar, após ser instaurado um inquérito investigativo sobre o site do movimento. O site tenta conseguir notícias que possam convencer a legalidade da maconha, e informa a realização da marcha.
"A venda de maconha é proíbida, e nem por isso deixa de ser vendida. Pois a cada dia aumentam os usuários, e muitos desses usuários usam a droga simplesmente pelo fato de ser proíbida. É verdade que o tráfico de drogas alimenta o crime, mas isso só acontece, porque o único lugar onde são achadas as drogas são nos pontos te tráfico. Se o álcool e o cigarro fossem proíbidos, com certeza os dois também alimentariam o tráfico."
"Com a legalidade, as drogas(a maconha) teriam seus usuários diminuídos, o governo iria cobrar impostos, e pos conseqüência, teria um controle maior sobre os usuário e os fabricantes."


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